
Sou completamente incapaz de não ficar admirada pela sinceridade de minhas linhas. Claro, todas as postagens de hoje são textos os quais escrevi há algum tempo, mesmo assim, relendo-os, fico absurdamente envolvida com as palavras. Não revivendo-as, mas apreciando-as com uma sutil saudade. O destinatário desta poesia foi o meu primeiro namorado. Tentei explicar nas primeiras linhas que antecendem a poesia que o vento era transportador da poesia e da minha saudade e não o dissolvente. Achei lindo isso!
Poesia escrita no dia 19/12/2006
Hoje estou inspirada, com vontade de escrever milhões de palavras e depois soprá-las ao vento... Não para que se percam e sim pra que elas possam chegar aos ouvidos das pessoas (ou de apenas uma)!
De que seja possível entender a saudade ou quem sabe dizê-la...
Coisas (e poesias) da Vida
Após uma longa e assombrosa tempestade
Surge o sol afinal...
O tempo cura e acalma o ser
Mas não manda embora a saudade.
Desperta sempre uma dor no peito
Quando uma lembrança insiste em reviver,
Mesmo que o coração não queira
Há de vim um sinal
De que o amor é eterno
E a saudade é imortal.
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